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26/01/2019 ás 07h23

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Nichollas Castro

Brasília / DF

Não é preciso o muito nem o tudo. Só é preciso o necessário... (REDUNDÂNCIA)
Texto do filósofo Sousa El Shalom, exclusivamente para o Portal Luzilândia e o Norte.
Não é preciso o muito nem o tudo. Só é preciso o necessário... (REDUNDÂNCIA)
Imagem Ilustrativa

O mundo passa por uma série de crises anunciadas, a exemplo do iminente drama da Venezuela, que enfrenta a realidade de um Governo ilegítimo, possuído por um espírito comunista fracassado e doentio. Situação esta que desencadeou uma dissidência, a partir da Assembléia geral do país, e seu lider, que busca o resgate e o redirecionamento do processo democrático, isto é mais do que claro.


Por outro lado, nosso querido Brasil, avança no caminho da resolutividade de seus problemas. No entanto, o processo é lento, e ainda não pode irromper a fronteira dos Estados e Municípios, que ora desfalecem pelo mesmo âmbito da corrupção generalizada, que até então tem afetado nossa nação em todos os aspetos de forma lastimável.


É válido diminuir a abordagem, e volver a realidade dos cursos das admoestações públicas, admitidos por seus administradores de ocasião, a frente das Gestões  Estaduais e Municipais.


Como disse uma vez o grande estadista de gênero épico Ulysses Guimarães, " A grande arma de qualquer bom político é o trabalho.


O esforço, a perseverança e o trabalho, constroem uma carreira".


Parafraseando, " O trabalho é a grande arma de um bom administrador".


De fato, ao longo do tempo, a administração pública no sentido do trabalho verdadeiro, nos Estados e Municípios e seus Gerenciadores, precisam sentir a necessidade de adaptar seus valores e princípios sociais e econômicos, a realidade atual, sem recorrer a justificativas ou cláusulas de heranças de tempos passados, pois vivemos em geral tempos outros. O que se deve portanto, é estabelecer a idéia do trabalho ativo, esta é a lógica.


É preciso entender, que neste tempo de alta informação, os cidadãos e agentes econômicos, assumem_ se cada vez mais exigentes em suas posturas. Os funcionários passaram a reivindicar um trabalho mais responsável e participativo, que resulte no final, na garantia sustentável de seus direitos assegurados.


Isto não é uma cobrança gritante e vaga, mas, o composto da normalidade.


Quando, a administração pública funciona bem, pode ser uma poderosa alavanca para o desenvolvimento social, cultural e econômico, em vista do mundo desenvolvido, pelo contrário quando funciona mal, assume_ se como um instrumento de atraso e derrapagem para o progresso e desenvolvimento da sociedade.


Tudo, perpassa pela capacidade e destreza em primazia dos administradores públicos. Logo, o objetivo máximo a ser alcançado num futuro mais próximo possível pela esfera admistrativa, é implementar um caminho definido,  com rumos à satisfação dos usuários do serviço público. Não sendo assim, é negado e rejeitado o conjunto: ADMINISTRAÇÃO E SEUS ADMINISTRADORES.


O cumprimento da boa política, sobretudo a administrativa, deve ser pautado não a partir de meras ações paleativas, periféricas ou genéricas, mas que definam destinos certos com a habilitação concreta de melhorias significativas, que produzam registros de verdadeiros marcos administrativos, a partir do conhecimento das problemáticas, do planejamento, definição de metas e objetivos, e pelo menos um embrião de um plano de trabalho que englobe tudo isso. O que vemos, é que esta percepção tem estado muito distante do trabalho das admoestações públicas.


Em suma, não é preciso o muito, nem o tudo, só é preciso o necessário... ( REDUNDÂNCIA).

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