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24/08/2017 ás 17h59

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Lucídio Costa

Luzilândia / PI

Casos da febre chikungunya aumentam quase 120% no Piauí
De acordo com a Sesapi, foram registrados 4.255 casos notificados neste ano, que quando comparado com o mesmo período do ano passado, mostra um aumento de quase 120%.
Casos da febre chikungunya aumentam quase 120% no Piauí

Os casos notificados de febre chikungunya aumentaram em 119,7% no Piauí. A informação é do Boletim Epidemiológico, da Sala Estadual de Coordenação e Controle das Ações de Enfrentamento à Microcefalia, que foi divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi) nesta terça-feira (22).


De acordo com o boletim, foram registrados 4.255 casos notificados, do dia 1º de janeiro a 17 de agosto deste ano, que quando comparado com o mesmo período do ano passado, mostra um aumento de quase 120% no número de casos prováveis da doença em todo o estado.


As notificações foram contabilizadas em 88 municípios, sendo que as maiores incidências de chikungunya por 100 mil habitantes foram registradas nas cidades de Cajueiro da Praia (1691,0), São Raimundo Nonato (1485,0), Várzea Branca (961,3), Luís Correia (768,0) e Arraial (663,8).


O boletim da Sesapi aponta redução de 12,5% nos casos de dengue, em relação ao mesmo período de 2016. De 01 de janeiro a 17 de agosto deste ano, foram 4.262 casos notificados em 120 municípios. O epidemiologista Inácio Lima explica que a diminuição da dengue, diante do aumento da chikungunya, se dá pelo fato da doença está há mais tempo instalada.


“As pessoas que adoeceram por um dos quatro tipos de vírus da dengue nunca mais adoece por aquele vírus, mesmo que aquele vírus esteja circulando a pessoa já está imune. Enquanto que a chikungunya é uma doença mais recente, que se instalou há pouco mais de dois anos no Piauí, então toda a população está vulnerável a adoecer pela chikungunya”, afirmou o epidemiologista.


A Sesapi classifica a situação da chikungunya como uma “epidemia crescente e sequenciada” e adotou, como política de combate, enviar um ofício aos gestores municipais, orientando medidas intensivas de combate ao mosquito e alertando para a importância da notificação dos dados.

FONTE: GP1

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